O projeto “Eu sou o samba” (eu sou o samba)

Desde muito tempo, este projeto de mostrar às pessoas daqui que o samba não é só uma música que acompanha as festividades do carnaval esteve no coração de Mildred Aubry.

Para ela e para muitos brasileiros, o samba é um componente da rica cultura de seu país natal e um estilo musical à altura do swing jazz ou da bossa nova, por exemplo.

“Eu sou o samba” foi apresentado na forma de um show comentado e cantado por Mildred Aubry, que contou um pouco da história do samba e cantou músicas de inesquecíveis sambistas de diferentes épocas como Noel Rosa, Cartola, Adoniran Barbosa, Nelson Cavaquinho, Dorival Caymmi, Paulinho da Viola, Chico Buarque, entre outros.

O repertório incluiu 20 músicas que trazem alegria a milhões de brasileiros e estrangeiros também, afinal o samba é apreciado por tanta gente!

Mildred Aubry na voz, acompanhada por Floriano Inácio Jr. e Ademir Candido, guitarra e cavaquinho, Tonico da Silva e François, servidor (que instrumento é esse?) e percussão, interpretaram canções famosas como “Aquarela do Brasil” de Ary Barroso, “Não deixe o samba morrer” de Edson e Aluísio,  “Eu sou o samba” de Zé Keti e “Saudades da Amelia” de Ataulfo Alves.

“De onde vem o samba?

O samba nasceu nas favelas do Rio de Janeiro, no início do século XX. Com efeito, no final do século XIX, com a abolição da escravidão, muitos negros indo para esta cidade grande para trabalhar nas docas, como vendedores de rua ou como empregadas domésticas. Eles trouxeram com eles suas danças e sua percussão africana.

Os primeiros sambas foram muito influenciado por outros ritmos do tempo, como maxixe (muito rapidamente) e a marcha (um ritmo simples, binário e perene).

Talentosas artistas como Pixinguinha, Donga, Heitor dos Prazeres e marca gradualmente inventou o básico do samba: uma música de 2/4 ou 4/4, cuja estrutura rítmica pode ser reduzida para 2/4, o destaque, sendo na segunda vez, com acompanhamento sincopado rico linhas melódicas. O ritmo é dado essencialmente por instrumentos de percussão, guitarra e cavaquinho.

Floriano Inacio Jr.

Nascido em São Paulo, Floriano descobriu o pandeiro e o cavaquinho aos 6 anos de idade. Aos 12 ja acompanhava cantores brasileiros.

Atualmente o piano e o cavaquinho são os instrumentos favoritos do musico que vive na Suiça desde 1999. Ele frequentou o Conservatório Popular de Genebra e a Escola de Musica de Lucerna.  Tocou em diferentes estados do Brasil. Na Suiça, acompanha e toca ao lado de músicos e cantores do calibre de Ademir Candido, Rodrigo Potter-Maio, Diana Miranda, Rubens Jacob, Rafael Lima, trio Kajapó, Anne Florence Schneider, Mildred.  Particpu de famosos festivais e concertos, como Montreux, Bellinzone, Asconne, Fribourg, Flims, Verone, Barcelona, etc. Recebeu o premio de encorajamento da associação JazzKultur em Olten.

www.florianoinacio.com

Tonico sa Silva

Nascido em Salvador (Bahia), Tonico da Silva vai viver no Rio de Janeiro, com a idade de 8 anos. Muito jovem, ele começou a praticar capoeira e depois vai jogar o berimbau e o pandeiro. Que residem perto de uma escola de samba, ele ouviria os ensaios toda semana e pouco a pouco, ele começou a gosto em instrumentos de percussão. Sua sensibilidade e sua musicalidade fazem  dele um percussionista de muito talento. Rio, tônico criou o grupo “Remelexo”, especializado em samba, Bossa Nova e o chorinho.

Já trabalhou com grandes artistas no Brasil, tais como Beth Carvalho e ele gravaram com Jorginho do Império, entre outros. Ele participou da “Roda de samba Cacique de Ramos’. Na Suíça, desde 1991, tônico acompanhado de Ricky Martin, Phil Collins, Tania Maria, Diana Miranda, Rafael Lima, Rodrigo Botter-Maio, Ademir Candido. Ele também participa de festivais de Montreux, Bellinzona, Verona, Barcelona e outros ainda.

Ademir Candido

Ademir nasceu em Porto Alegre, no estado do Rio Grande Sul, no Brasil. Ele começou sua carreira profissional tocando bateria. Um pouco mais tarde, ele concentrar sua atenção na guitarra e é o instrumento que ele agora vai jogar, bem como o cavaquinho. Ele vai dar concertos no Brasil e Argentina, com muitas bandas e cantores famosos e cantores, tais como Fafa de Belém.

Em meados da década de 1980, descobriu a Suíça, países onde ele mora há muitos anos. Fundou grupos e vai jogar com Herbie Kopf, Diana Miranda no Festival de Jazz de Montreux. Seus passeios levam na Alemanha, como na Finlândia, o Luxemburgo ou a Itália e a Áustria.

François Sever

François Sever nasceu no Brasil, no sul da capital de São Paulo. Seu primeiro contato com música data de 1990, com seus amigos do bairro. Depois de algum tempo, dedicou-se inteiramente à percussão. “Osvaldinho da cuica” foi sua primeira referência musical e ele vai ensinar-lhe diversos instrumentos e ritmos brasileiros, incluindo o samba. Depois de alguns anos de estudo e pesquisa, François irá desenvolver suas próprias técnicas.

Em Genebra, desde 2005, ele teve o privilégio de acompanhar vários cantores e cantores em diferentes estilos de música, em França, Alemanha, Itália, Londres, Portugal e Espanha. Já participou em eventos importantes tais como o Montreux Jazz Festival, Brasil, Paléo Festival 2008 (World Village), 2006/2007 Music Festival, a festa de Genebra, o festival francês (música do mundo), o Carnaval no Palladium.

São Paulo (Brasil), ele tocou na banda de Douglas Sampa, Royce do cavaco e Thomas & Thiago. Como um músico freelance, participou em vários espectáculos de estréia: Negritude Júnior, Dudu Nobre, Arlindo Cruz e Sombrinha, Leci Brandão, fazer clube Balanço, Exalta Samba, Bruno e Marrone, Beth Carvalho e Jorge Aragão. François Sever fez várias gravações com grupos de samba, chorinho, pagode, bossa nova, sertanejo, pop rock e modern jazz.

Instrumentos: cuica/surdo/tamborim/pandeiro, etc.